quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Lição 3 – E Deus os Criou Homem e Mulher

SUBSÍDIO PARA A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL.

4º Trimestre/2015

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Gênesis 2.7,18-24

TEXTO ÁUREO: “E de um só fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação” (At 17.26). 

INTRODUÇÃO

Em um ponto do tempo, o homem e a mulher foram, de maneira especial, criados por Deus (Gn 1.26-28; 5.2; Mt 19.4). Gênesis 2.7-25 supre pormenores mais específicos a respeito disto. O homem e a mulher foram criados à “imagem” e “semelhança” de Deus. À base dessa imagem, podiam comunicar-se com Deus, ter comunhão com Ele e expressar de modo incomparável o seu amor, glória e santidade. Eles fariam isso conhecendo a Deus e obedecendo-o (Gn 2.15-17). É bom dizer que o fato do homem e da mulher terem sido feitos à imagem de Deus não significa que são deuses. Eles foram criados segundo uma ordem inferior e dependentes de Deus – “Contudo, pouco menor o fizeste do que os anjos e de glória e de honra o coroaste” (Sl 8.5).

I. COMO O HOMEM FOI CRIADO

Finda a criação dos Céus e da Terra, Deus coroou sua criação com a formação do homem -“Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gn 1.26b). O verbo “fazer”, na primeira pessoa do imperativo, no plural, denota que o Criador não estava sozinho, na criação do homem. A compreensão humana não alcança a grandeza daquele momento único e singular, totalmente distinto de todo processo criador dos demais seres. Apesar disso, pode-se entender que, num ponto do planeta, no Oriente, Deus (o Pai, o Filho e o Espírito Santo) se reuniram solenemente para fazer surgir o novo ser: o homem à imagem e semelhança de Deus, obra prima da criação, que haveria de revolucionar toda a criação. O fato de que os membros da Trindade falaram entre si indica que este foi o ato transcendental e a consumação da obra criadora.
“... o homem à nossa imagem...”. Que significa "a imagem de Deus" no homem? Não se refere a seu aspecto físico, já que Deus é espírito, e não tem corpo. A imagem de Deus no homem tem quatro aspectos: (a) somente o homem recebeu o sopro de Deus, e, portanto, tem um espírito imortal, por meio do qual pode ter comunhão com Deus; (b) é um ser moral, não obrigado a obedecer a seus instintos, como os animais, porém possui livre-arbítrio e consciência; (c) é um ser racional, com capacida­de para pensar no abstrato e formar ideias; (d) é um ser que tem domínio sobre a natureza e sobre os seres vivos, à semelhança de Deus. É o representante de Deus, investido de autoridade e domínio, como visível monarca e cabeça do mundo.

1. A matéria prima do homem. O corpo do homem foi formado do pó da terra, à semelhança do que se deu com os animais (Gn 2.7,19), o que nos ensina que ele se relaciona com as outras criaturas.
A ciência tem demonstrado que a substância do corpo humano contém os mesmos elementos químicos do solo. Seu nome em hebraico "Adão" (homem) é semelhante a "Adama" (solo). Gênesis 2.7 diz: “Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra…". A palavra "formou" dá, no original, a ideia de "manipulação", trabalho com as mãos.
Que o corpo do homem é feito do pó da terra não se pode negar, cientificamente. Eis a sua constituição segundo os estudiosos deste assunto:

CONSTITUINTE
% NO CORPO HUMANO
Oxigênio
66,0
Carvão
17,5
Hidrogênio
10,2
Nitrogênio
2,4
Cálcio
1,6
Fósforo
0,9
Potássio
0,4
Sódio
0,9
Cloro
0,3
Magnésio
0,105
Ferro
0,005
Iodo
Idem
Flúor
Idem
Outros elementos
Idem

2. O sopro divino. Mas o trecho bíblico prossegue, dizendo que, feita a parte material do homem, “… Deus soprou em seus narizes o fôlego de vida; e o homem foi feito alma vivente" (Gn 2.7), ou seja, criou a parte imaterial do homem, constituída da alma e do espírito. Este é o aspecto totalmente diverso entre o homem e os demais seres vivos criados na Terra. O homem é dotado de uma parte imaterial, que o coloca acima da natureza e que lhe permite dominar sobre ela. Esta parte imaterial, resultado do sopro de Deus, é o que Paulo denomina de "homem interior", porque é a parte do homem que não aparece aos nossos olhos, parte do homem que as Escrituras identificam figurativamente como "mente" (Rm 7.25) e "coração" (Pv 4.23; Ap 2.23).
O fôlego de vida soprado por Deus não é o ar que conhecemos, mas a própria vida dada ao homem, a própria imagem e semelhança de Deus. O homem é imagem e semelhança de Deus exatamente porque Deus lhe imprimiu algo de Sua essência, algo que veio diretamente dEle, ao contrário do restante da criação, que foi feito a partir da vontade divina expressa por Sua Palavra.

3. Adão, um ser imortal. Ao se dizer que o homem foi feito "alma vivente”, está sendo dito que o homem é uma alma que tem vida, ou seja, é uma alma que está em comunhão com Deus, pois vida, aqui, não é uma mera existência, mas é uma demonstração de existência de uma comunhão entre Deus e a Sua criatura. Deus soprou nos narizes do homem e ele foi feito "alma vivente", ou seja, surgiu deste sopro uma alma e esta alma tinha consciência de que vinha de Deus e estava ligada a Ele. Temos, então, as duas instâncias do homem interior: a alma e o espírito.
- A alma é a sede dos pensamentos e dos sentimentos do homem; a sede da sua personalidade, da sua individualidade; a parte do homem que tem consciência de si mesmo.
- O espírito é a parte do homem que faz a relação dele com Deus; é a sede da consciência, o instrumento que nos permite discernir o certo do errado; é o elo de ligação entre Deus e o homem, a instância em que tomamos consciência da existência e da soberania de Deus.
Alguém disse que o homem tem espírito para ter comunhão com Deus, vontade para obedecê-lo e corpo para servi-lo.

4. A missão do homem. Sendo imagem de Deus, deu-lhe uma posição de autoridade para dominar sobre a Criação: “Domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a Terra” (Gn 1.26). Nesta posição, o homem deveria manifestar um contraste entre ele e as demais criaturas.
O fato de poder exercer domínio sobre a Criação não significa que o homem pudesse fazer o que desejasse que destruísse os animais (matança de forma indiscriminada) ou poluísse a Terra. Como um ser criado por Deus, o homem deveria usar de sabedoria na administração da Terra, usando-a para habitação, para seu prazer, tendo boa alimentação a seu dispor, preservando as obras criadas, tratando-as com equilíbrio. Sempre cônscio que a criação não pertence ao homem, mas ao Criador (cf. Sl 24.1).

II. A CRIAÇÃO DA MULHER

“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele. Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo animal do campo e toda ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem não se achava adjutora que estivesse como diante dele. Então, o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar. E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.” (Gn 2.18-23).

1. A solidão do homem. As Escrituras indicam que o homem não foi feito para viver solitariamente. Muito pelo contrário, a Bíblia é explícita ao dizer que, ao contemplar o homem, Deus afirmou que “não é bom que o homem esteja só" (Gn 2:18), tendo, então, estabelecido a necessidade de criar a mulher, que serviria como uma adjutora, ou seja, como uma ajudadora, que estivesse diante do homem.

2. A criação da mulher. Durante o processo de nomear os animais, Adão, sendo um ser muito inteligente, deve ter percebido a diferença entre macho e fêmea. Cada animal tinha um parceiro semelhante e, ao mesmo tempo, diferente. Essa percepção preparou Adão para receber “uma auxiliadora” semelhante a ele. E assim surgiu Eva, formada de “uma de suas costelas” (a primeira clonagem humana), a qual foi retirada enquanto Adão dormia um “pesado sono”. Observe que a mulher não foi formada da cabeça de Adão, para dominá-lo; nem de seus pés, para ser pisada; mas do seu lado, para ser protegida, e próxima ao coração, para ser amada.
A intenção divina era dotar o homem não só de domínio sobre a criação na terra, mas também, de capacidade de reprodução (Gn 1.28), o que exigia a formação da família, único ambiente em que se poderia concretizar o desejo de Deus para o homem.
Sem a providência divina de criação da mulher e, por conseguinte, da família, o homem não teria condições sequer de dominar o restante da natureza, pois, acometido que estava de um sentimento de solidão, não teria condições psicológicas para se impor frente aos demais seres. Sem o matrimônio, seria impossível que o homem frutificasse e se multiplicasse sobre a face da Terra e, por conseguinte, que o homem pudesse dominar sobre a criação que estava na Terra.

3. A principal característica moral da mulher. Alguns estudiosos costumam dizer que a mulher é uma criatura mais excelente que o homem, porque é o resultado do suprimento de uma carência do homem, sendo, portanto, por assim dizer, um aperfeiçoamento da criação divina. No entanto, se bem observarmos a narrativa bíblica, chegaremos à conclusão de que não é a mulher a criação mais excelente na humanidade, mas, sim, a criação da família, pois foi a criação desta instituição que significou a supressão da carência tanto do homem (que havia motivado a criação da mulher), como da própria mulher. O texto bíblico é claro ao indicar que a tão só criação da mulher era uma condição necessária, porém não suficiente para que se tivesse a solução da questão da solidão. Esta solução, diz-nos o texto sagrado, somente se deu a partir do instante que Deus estabeleceu que homem e mulher, doravante, se uniriam, formando famílias, de modo a permitir que o propósito divino de domínio e frutificação fosse realizado e concretizado pela humanidade. Assim, a família é a mais excelente criação divina para a humanidade.
A destruição da instituição familiar representa a própria destruição da humanidade, da imagem e semelhança de Deus na vida dos seres humanos, e é por isso que o adversário de nossas almas, que nos odeia e nos detesta, tem investido tanto na destruição desta instituição. Destrua-se a família e estarão destruídos os seres humanos e, por conseguinte, toda a sociedade. 

III. A INSTITUIÇÃO DO CASAMENTO

O casamento é uma instituição divina. Foi Deus quem criou o casamento, para ser uma união sagrada e permanente com um firme compromisso entre marido e mulher. Quando Deus falou a Adão que um homem deveria deixar a sua parentela e se juntar a uma mulher, assim se tornando um (Gn 2.24), ele estava descrevendo o casamento.
Jesus ratificou o casamento entre um homem e uma mulher, como criação divina, quando disse: "desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher. E serão os dois uma só carne: e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mc 10.6-9).
Deus instituiu o casamento com leis claras e balizas definidas:

1. Monogâmico. Deus criou um homem e uma mulher - “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gn 1.27).
O modelo divino para o ser humano é a heterossexualidade (cf. Gn 1.27; 5.1-2; 2.22-24; Mt 19.4). O “macho”, a Bíblia chama de “homem”; a “fêmea”, a Bíblia chama de “mulher”. O macho - o homem - é chamado de um ser do sexo masculino; a fêmea - a mulher - é chamada de um ser do sexo feminino. Para a Bíblia, ou a criatura é homem, ou, então, é mulher. Não existe a “coluna do meio”. Um homem e uma mulher, biblicamente, formam um casal.
Quando Paulo diz que cada um tenha a sua esposa e cada uma tenha o seu marido (1 Co 7.2), fica clara a ideia de uma relação heterossexual. Embora a união homossexual fosse algo comum no tempo de Paulo, ele define essa prática como uma paixão infame, um erro, uma disposição mental reprovável, uma abominação para Deus. A relação homossexual pode chegar a ser aprovada pelas leis dos homens, por causa da corrupção dos costumes, mas jamais será chancelada pelas leis de Deus. Uma decisão não é ética, apenas por ser legal. Ainda que a relação homossexual se torne legal pelas leis dos homens, jamais será aprovada por Deus, pois fere frontalmente a Sua Lei.
A Bíblia sempre condenou o homossexualismo voluntário, atitude que é típica dos rebeldes e pecadores, como demonstra a Palavra de Deus, inequivocamente, em diversas passagens (cf. Lv 18.22; 20.13; Dt 23.17; 1Rs 14.24; 15.12; 22.47; Rm 1.24,27; 1 Co 6.10; Gl 5.19; 1 Tm 1.10; Ap 21.8).

2. Heterossexual. “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher...” (Gn 2.24; Mt 19.5). 
O Criador instituiu o matrimônio com a união de um homem e uma mulher. Não é dito que o homem deve unir-se às suas mulheres. Deus não criou mais de uma mulher para Adão (poligamia) nem mais de um homem para Eva (poliandria). Tanto a poligamia quanto a poliandria estão em desacordo com os princípios de Deus para o casamento (Dt 28.54,56; Sl 128.3; Pv 5.18-21; Ml 2.14). No coração do homem, não há espaço para amar mais de uma mulher. Salomão tinha mil mulheres e, dentre elas, não encontrou nenhuma, porque no seu coração só havia espaço para amar uma mulher, seu nome: Sulamita (Ct 6.13).
A monogamia não foi apenas estabelecida na criação, mas também foi reafirmada na entrega da lei moral. A lei de Deus ordena: “Não cobiçarás a mulher do teu próximo...” (Ex 20.17). O uso do singular é enfático. Moisés não deu provisão à questão da poligamia.

3. A indissolubilidade. “... o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6; Mc 10.9).
No projeto de Deus, o casamento não é apenas heterossexual, monogâmico e monossomático; é também indissolúvel. É uma união permanente. O apóstolo Paulo diz que a união do casamento só termina com a morte (1 Co 7.2,3). Quando o marido e a esposa celebram essa união dentro desse entendimento e comprometimento, eles podem oferecer uma segurança mútua, um lar estável para os filhos, e a força necessária para resistirem às tempestades e tensões da vida.
O casamento é indissolúvel porque foi Deus quem o instituiu e o ordenou. Logo, nenhum ser humano tem competência nem autoridade para desfazer o que Deus faz. Mesmo que um juiz lavre uma certidão de divórcio e declare uma pessoa livre dos vínculos do casamento, aos olhos de Deus, essa relação não é desfeita. O divórcio é um atentado contra a família. Quem mais sofre com ele são os filhos. As consequências amargas do divórcio atravessam gerações. Deus odeia o divórcio (Ml 2.16).

4. O casamento é monossomático. “... e serão ambos uma carne” (Gn 2:24; Mt 19:5,6).
O propósito de Deus é que no casamento, o homem e a mulher se tornem uma “só carne”, numa intimidade tal que não pode ser separada. É como se dois copos d’água incolores se misturassem; depois disso, não dá mais para separar, pois não se saberá quem é quem.
A união conjugal é a mais próxima e intima relação de todo relacionamento humano. A união entre marido e mulher é mais estreita do que a relação entre pais e filhos. Os filhos de um homem são parte dele mesmo, mas sua esposa é ele mesmo. O apóstolo Paulo diz: “Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a Igreja” (Ef 5:28,29).

CONCLUSÃO

Deus fez o homem e a mulher para dominar sobre as criaturas terrenas e para serem, por assim dizer, o elo de ligação entre o Criador e a criação. Homem e mulher deveriam cuidar da criação, administrá-la e, de forma livre e espontânea, amar a Deus, obedecer-lhe e desfrutar de uma íntima comunhão com seu Criador. Era este o propósito divino estabelecido quando da criação do ser humano. O homem, portanto, não seria jamais dono de si, mas existiria para fazer a vontade daquele que o criou. Embora o pecado tenha-o destituído da glória divina, o homem não ficou abandonado à própria sorte. O Pai Celeste providenciou-lhe eficaz redenção por intermédio de Cristo Jesus. Hoje, somos chamados filhos de Deus, apesar de não ter se manifestado ainda a plenitude de nosso ser, mas quando Cristo voltar, seremos tomados por Ele e, assim, estaremos para sempre em sua companhia, e seremos como Ele é (1 João 3.2). Aleluia!

REFERÊNCIAS:
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
Bíblia de Estudo Palavra Chave. Rio de Janeiro: CPAD.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
BOYER, Orlando. PEQUENA ENCICLOPÉDIA BÍBLICA. Estados Unidos da América: Editora Vida, 1998.
Hamilton, Victor P. Manuel do Pentateuco.  Rio de Janeiro: CPAD.
http://luloure.blogspot.com.br/
Merrill, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD.
RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
Waltke, Bruce K. Gênesis. Editora Cultura Cristã.



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