sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Quão grande és tu

Hoje vemos muitos pregadores se apresentando como astros, como estrelas, como heróis. Fazem da igreja um teatro, do púlpito um palco e da mensagem uma peça teatral. São pregadores que buscam os holofotes, que gostam dos aplausos e que são amantes do dinheiro, mais do que da glória de Deus. Há aqueles que apreciam cantar diante do espelho o hino 526 da Harpa Cristã: “Quão grande és tu”. São pregadores que só pregam para grandes auditórios, que andam sempre acompanhados de seguranças e só se hospedam em hotéis cinco estrelas, exigindo pelas suas colossais apresentações polpudos cachês. A máscara do orgulho pode oferecer por um tempo uma sensação de poder, e quando cai, não se apenas se quebra, mas também reduz a pó àquele que a usou. A Bíblia diz que a soberba precede a ruína (Provérbios 16.18). O que se exaltar será humilhado (Mateus 23.12). Quem quiser ser o primeiro será o último (Marcos 9.35).